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Prefeitura limita som de artistas de rua na Avenida Paulista

Nova regra busca ordenar apresentações no Programa Ruas Abertas e reduzir conflitos por poluição sonora aos domingos e feriados.

A Prefeitura de São Paulo limitou o uso de equipamentos sonoros por artistas de rua na Avenida Paulista, uma das áreas de maior circulação cultural e turística da capital. A medida vale para apresentações realizadas no trecho incluído no Programa Ruas Abertas, especialmente aos domingos e feriados.

A restrição ocorre em meio a discussões sobre poluição sonora, ocupação do espaço público e convivência entre artistas, moradores, comerciantes, pedestres e frequentadores da região. A Avenida Paulista concentra apresentações musicais, performances, comércio, serviços, hospitais, instituições culturais, restaurantes e edifícios residenciais.

As regras municipais para artistas de rua já preveem limites de tempo, circulação de pedestres, uso do espaço público e respeito aos padrões máximos de ruído. A regulamentação também determina que a fiscalização pode ser feita pela Prefeitura, pelas subprefeituras e pela Guarda Civil Metropolitana, conforme o decreto que trata das apresentações em logradouros públicos.

A Subprefeitura da Sé já havia adotado projeto-piloto para organizar a ocupação da Paulista por artistas de rua, com o objetivo de equilibrar a liberdade de expressão artística, o direito ao sossego e a convivência no espaço público. A iniciativa foi construída a partir de reuniões de mediação entre representantes dos artistas, moradores, comerciantes e poder público.

A medida tem impacto direto sobre músicos, performers, coletivos culturais e demais artistas que usam caixas de som, microfones e amplificadores durante apresentações. Também afeta moradores e trabalhadores da região, que relatam incômodo com ruídos prolongados, principalmente nos dias de maior movimento.

A Avenida Paulista é um dos principais símbolos urbanos de São Paulo e funciona, aos domingos, como espaço de lazer, cultura, circulação e turismo. Por isso, mudanças nas regras de uso sonoro alteram a dinâmica de ocupação da via e exigem fiscalização clara para evitar conflitos e garantir tratamento igual aos artistas.

Serviço ao leitor:
Artistas que se apresentam na Avenida Paulista devem consultar as normas da Prefeitura e da Subprefeitura da Sé antes de usar equipamentos sonoros. Moradores e frequentadores podem registrar reclamações sobre excesso de ruído, obstrução de calçadas ou irregularidades pelo SP156. Denúncias emergenciais relacionadas à perturbação, risco à segurança ou tumulto devem ser encaminhadas aos órgãos competentes.

Vinicius Mororó – Jornalista Atípico
Editor-Executivo-Regional
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REGIONAL MOOCA COM AÇÕES E DESAFIOS URBANOS, AMBIENTAIS E SOCIAIS

No dia 22 de junho foi realizado a coletiva de imprensa relatando a importância com os veículos de comunicação local que fazem parte da jurisdição da Subprefeitura Mooca.

Nosso objetivo principal é unir forças para alinhar demandas, amplificar as divulgações da região e combater com firmeza o descarte irregular de lixo nas nossas ruas.

Em pronunciamento direcionado à equipe e parceiros, o gestor público subprefeito coronel Valmor Saraiva Racorti e o chef de gabinete coronel Victor Alessandro Ferreira Fedrizzi apresentou um balanço sobre as principais frentes de atuação da administração local, abordando temas cruciais como limpeza urbana, gestão de resíduos, fiscalização, políticas de moradia e desafios de governança.

O subprefeito e sua equipe presentes na reunião destacou a importância de ações preventivas na gestão do lixo para mitigar riscos ambientais e de saúde pública, especialmente com a proximidade de períodos chuvosos e fenômenos climáticos como o El Niño.

A administração tem intensificado a orientação a comerciantes e carroceiros locais para coibir o descarte irregular de resíduos em vias públicas, ressaltando o alto custo e o impacto ambiental dessa prática.

A cidade conta atualmente com mais de 200 pontos de descarte, além de parcerias e estudos para a instalação de tótens de fiscalização eletrônica e monitoramento em locais críticos.

Enfatizou que a colaboração da comunidade é indispensável para manter a efetividade dos serviços de coleta, uma vez que o descarte em horários e locais inadequados compromete o trabalho das equipes de limpeza.

Destacou também a situação de vulnerabilidade e população em situação de rua. A complexidade do atendimento e acolhimento de pessoas em situação de rua foi um dos pontos de maior destaque da apresentação.

O gestor e sua equipe ressaltou a sensibilidade do tema, destacando a necessidade de respeito aos direitos individuais e à legislação vigente. A aceitação do acolhimento nos centros de assistência é voluntária, o que exige um trabalho contínuo de sensibilização e diálogo.

No momento citou também a segurança, fiscalização e atuação conjunta com a Guarda Civil Metropolitana (GCM), aos casos de flagrante de descarte irregular ou infrações, reforçando o compromisso com a ordem pública e a preservação dos espaços coletivos.

Ao concluir a exposição, foram reforçados os pilares da atual gestão, buscando constante aperfeiçoamento técnico e formação em governança para qualificar a tomada de decisões públicas. Aos canais de comunicação firmou a manutenção de diálogo constante com sindicatos, associações de bairro, imprensa e a população em geral, garantindo transparência e receptividade a críticas construtivas e sugestões de melhoria, juntos por bairros mais limpos e organizados!

Humberto G. Aliperti
Editor Jornalista HostingPRESS Agência de Notícias de São Paulo
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Frio intenso coloca SP em alerta e mobiliza Abrigo Solidário na capital

Ação emergencial começa nesta segunda-feira, 13, na Estação Pedro II do Metrô, com acolhimento para pessoas em situação de rua até quinta-feira.

O Governo de São Paulo ativou o Abrigo Solidário na Estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, a partir das 19h desta segunda-feira, 13 de julho. A estrutura funcionará até as 8h de quinta-feira, 16, para acolher pessoas em situação de rua durante o período de frio mais intenso.

A ação é coordenada pela Defesa Civil do Estado, em parceria com o Metrô, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a Secretaria de Desenvolvimento Social e o Fundo Social de São Paulo.

O Centro de Gerenciamento de Emergências da Defesa Civil emitiu boletim meteorológico especial com validade entre terça-feira, 14, e quinta-feira, 16. A previsão aponta a chegada de uma massa de ar frio, que deve provocar queda significativa das temperaturas em várias regiões paulistas.

As menores marcas devem ocorrer na Serra da Mantiqueira, com mínima de 4°C e possibilidade de geada. Na região de Itapeva, a previsão é de 6°C, também com condição para formação de geadas.

Na Região Metropolitana de São Paulo, no Vale do Ribeira e nas regiões de Campinas e Sorocaba, os termômetros podem chegar a 8°C. Em Presidente Prudente, Marília e Bauru, a mínima prevista é de 10°C. Já em Ribeirão Preto, Franca, Barretos, Araraquara e São José do Rio Preto, a previsão é de 11°C. Na Baixada Santista e no Litoral Norte, a mínima deve ficar em torno de 13°C.

Durante o funcionamento do Abrigo Solidário, serão oferecidos alimentação, colchões, cobertores e acolhimento humanizado. Pessoas acompanhadas de animais de estimação também poderão ser recebidas no local.

Ao deixarem o abrigo pela manhã, os acolhidos receberão ticket para tomar café da manhã no restaurante Bom Prato da Rua 25 de Março, no centro da capital.

Além da ação na Estação Pedro II, a Defesa Civil mantém kits de acolhimento para municípios paulistas. Os materiais são destinados à montagem de abrigos temporários e incluem cama dobrável, colchão, travesseiro, cobertor e roupa de cama.

A entrega dos kits depende de solicitação das prefeituras e da apresentação de plano de contingência para enfrentamento das baixas temperaturas. A medida busca ampliar a capacidade de resposta das cidades durante episódios de frio intenso.

A Defesa Civil orienta atenção especial a idosos, crianças, pessoas com doenças respiratórias, pessoas em situação de rua e animais domésticos. A recomendação é evitar exposição prolongada ao frio, usar roupas adequadas, reforçar a hidratação e buscar locais protegidos.

Para os municípios, o alerta exige mobilização das redes de assistência social, saúde, defesa civil e acolhimento. A atuação integrada é essencial para reduzir riscos em períodos de queda brusca de temperatura.

A partir de quinta-feira, a tendência é de elevação gradual das temperaturas, com redução da intensidade do frio em todo o estado.

Serviço ao leitor:
O Abrigo Solidário funcionará na Estação Pedro II do Metrô, da Linha 3-Vermelha, das 19h de segunda-feira, 13 de julho, até as 8h de quinta-feira, 16 de julho. Em situações de risco, acione a Defesa Civil pelo 199. Emergências devem ser comunicadas pelo 190 ou pelo Corpo de Bombeiros, no 193.

Vinicius Mororó – Jornalista Atípico
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