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Maurício Meirelles apresenta “Surto Coletivo” no Teatro das Artes, na Zona Oeste de SP, neste sábado (21)
Maurício Meirelles apresenta “Surto Coletivo” no Teatro das Artes, na Zona Oeste de SP, neste sábado (21)


Espetáculo interativo acontece às 22h30 no Shopping Eldorado; ingressos estão à venda pela Eventim
O humorista Maurício Meirelles se apresenta neste sábado (21) na cidade de São Paulo com o espetáculo “Surto Coletivo”. O show acontece às 22h30 no Teatro das Artes, localizado no Shopping Eldorado, na Zona Oeste da capital.
Os ingressos estão disponíveis para compra pela plataforma Eventim.
Formato interativo
No novo espetáculo, o comediante propõe um formato participativo. Ao chegar ao teatro, o público responde a um questionário com perguntas sobre temas variados, que servem de base para a construção das interações ao longo da apresentação.
Segundo a produção, Meirelles utiliza tecnologia desenvolvida para o projeto para captar, em tempo real, respostas e opiniões da plateia, conduzindo o rumo do espetáculo a partir dessas interações.
A proposta é que cada sessão tenha conteúdo adaptado ao contexto do momento, com referências a acontecimentos recentes e temas em destaque.
Trajetória
Maurício Meirelles é conhecido por integrar tecnologia, redes sociais e improviso ao stand-up. Além dos palcos, mantém atuação digital à frente da Achismos TV, canal no YouTube que reúne entrevistas e conteúdos de humor.
Serviço
Espetáculo: “Surto Coletivo” Maurício Meirelles
Data: 21 de fevereiro (sábado)
Horário: 22h30
Local: Teatro das Artes Shopping Eldorado
Endereço: Avenida Rebouças, 3970 Pinheiros Zona Oeste São Paulo (SP)
Ingressos: À venda pela Eventim
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Adolescente de 16 anos morre baleado ao gravar vídeo com arma no Jardim Guarujá, Zona Sul de SP
Adolescente de 16 anos morre baleado ao gravar vídeo com arma no Jardim Guarujá, Zona Sul de SP


Disparo ocorreu durante “brincadeira” com revólver na garagem de uma casa; colega fugiu com o pai e deve se apresentar à polícia
Um adolescente de 16 anos morreu após ser atingido por um tiro na cabeça na tarde de segunda-feira (16), no bairro Jardim Guarujá, na Zona Sul de São Paulo.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o disparo ocorreu na Rua Cittadella, na garagem de uma residência. A vítima gravava um vídeo enquanto um colega da mesma idade manuseava um revólver e girava o tambor da arma.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou o jovem ao Hospital M’Boi Mirim, mas a morte foi constatada na unidade.
Investigação
De acordo com a SSP, após o disparo o adolescente que estava com a arma deixou o local acompanhado do pai.
A mãe do autor do disparo informou à polícia que o filho deverá se apresentar à autoridade policial acompanhado de advogado.
O caso foi registrado como homicídio no 47º Distrito Policial (Capão Redondo).
A Polícia Civil apura as circunstâncias do disparo e investiga se a arma pertence ao pai do adolescente que efetuou o tiro.
Sepultamento
O corpo da vítima foi enterrado na manhã desta quarta-feira (18) no Cemitério Jardim da Paz, em Embu das Artes, na Grande São Paulo.
As investigações seguem em andamento.
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Banco Central decreta liquidação do Pleno


O anúncio da liquidação extrajudicial do Banco Pleno pelo Banco Central do Brasil acrescenta um novo capítulo à história recente de intervenções no sistema financeiro, ao mesmo tempo em que testa, mais uma vez, os mecanismos de proteção a depositantes e a capacidade das autoridades de conter focos localizados de instabilidade. Em nota oficial, a autarquia comunicou, nesta quarta‑feira, a retirada ordenada da instituição do Sistema Financeiro Nacional, estendendo o regime especial também à Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, ambas integrantes do conglomerado prudencial Pleno.
Segundo o Banco Central, a medida não foi repentina, mas resultado de um processo de deterioração prolongada, marcado pelo comprometimento da situação econômico‑financeira do banco, agravado por problemas de liquidez e pelo descumprimento de normas prudenciais e de determinações da supervisão. Em termos técnicos, a nota fala em “comprometimento da situação econômico‑financeira, com deterioração da liquidez, infringência às normas que disciplinam a atividade bancária e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”, fórmula que traduz, em linguagem institucional, um quadro de fragilidade patrimonial combinado com falhas de governança e de conformidade regulatória.
A instituição, rebatizada como Banco Pleno após ter operado sob a marca Voiter, era controlada por Augusto Ferreira Lima, ex‑CEO e ex‑sócio do Banco Master, e liderava um conglomerado classificado no segmento S4 da regulação prudencial, isto é, de pequeno porte, com participação modesta no conjunto do sistema. De acordo com dados divulgados pela autoridade monetária, o grupo detinha cerca de 0,04% do ativo total e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional, com passivo estimado em R$ 6,8 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 5,2 bilhões concentrados em CDBs e cerca de R$ 760 milhões em letras financeiras. Essa dimensão reduzida, embora limite o potencial de contágio sistêmico, não é desprezível do ponto de vista dos investidores e depositantes diretamente expostos.
A liquidação extrajudicial, ao contrário de uma simples intervenção temporária, pressupõe o diagnóstico de que já não há um plano viável de recuperação. Trata‑se de um mecanismo de resolução em que o funcionamento do banco é interrompido, suas atividades operacionais são suspensas e todas as obrigações passam a ser consideradas vencidas, para que se proceda à apuração ordenada do ativo e do passivo e à satisfação, na medida do possível, dos credores, segundo a ordem legal de preferência. Nos termos da legislação em vigor, a decretação do regime torna indisponíveis os bens dos controladores e administradores, enquanto o Banco Central conduz, paralelamente, processos administrativos destinados a apurar responsabilidades, que podem resultar em sanções e remessa de elementos a outros órgãos, inclusive de persecução penal.
O contexto que antecedeu a decisão é revelador. Desde 2025, o mercado vinha sinalizando desconfiança crescente em relação ao risco de crédito do Banco Pleno, com seus títulos sendo negociados no mercado secundário a taxas significativamente superiores ao CDI, reflexo da venda forçada de papéis e da dificuldade da instituição em se financiar a custos compatíveis. Em novembro do ano passado, o Banco Central já havia adotado medidas para desarticular o conglomerado, após identificar problemas de solvência, indícios de irregularidades contábeis e risco de contaminação de outras entidades ligadas ao chamado “caso Master”, que envolveu investigações sobre operações do Banco Master e de estruturas a ele associadas.
A partir da liquidação, o foco desloca‑se, inevitavelmente, para a proteção dos clientes. Os saldos de contas de depósito e uma ampla gama de aplicações estão cobertos pela rede de segurança do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que já se prepara para indenizar credores elegíveis assim que o liquidante, nomeado pelo Banco Central, consolidar as informações necessárias. Pelas regras atuais, cada CPF ou CNPJ tem cobertura até o limite de R$ 250 mil por instituição, respeitado o teto global de R$ 1 milhão, renovável a cada quatro anos, abrangendo depósitos à vista e a prazo, CDBs, RDBs e letras de crédito de natureza imobiliária e do agronegócio. Estimativas divulgadas pelo próprio FGC indicam que a exposição potencial decorrente da quebra do Banco Pleno pode chegar a R$ 4,9 bilhões, alcançando aproximadamente 160 mil credores, cifra que dimensiona a magnitude do esforço de ressarcimento, ainda que diluída ao longo do tempo.
Para além da rede de garantia, a liquidação extrajudicial expõe de forma pedagógica a centralidade da confiança no funcionamento do sistema bancário. Analistas de crédito lembram que, em um banco comercial, a liquidez é o oxigênio que mantém a engrenagem em movimento: sem capacidade de rolar captações, renovar depósitos e acessar o mercado, mesmo instituições com ativos relevantes podem entrar rapidamente em colapso operacional. No caso do Banco Pleno, a escalada das taxas exigidas pelos investidores em seus CDBs e letras financeiras sinalizava, há meses, uma espécie de plebiscito silencioso sobre a confiança na instituição, que acabou por se tornar insustentável.
Do ponto de vista regulatório, a decisão reforça a estratégia do Banco Central de atuar com firmeza em conglomerados menores que apresentem sinais de risco elevado, mesmo quando a participação no sistema é relativamente modesta. A lógica é evitar que focos de desorganização contábil, infração normativa e gestão temerária se convertam em vetores de contágio, seja por vínculos societários com outras instituições, seja por efeitos reputacionais em segmentos específicos do mercado de capitais. Nesse sentido, a liquidação do Banco Pleno dialoga com um ciclo mais amplo de intervenções decorrentes do caso Master, em que o regulador buscou, ao longo de meses, estancar potenciais riscos antes que se amplificassem.
Para os pequenos poupadores, porém, a linguagem da macroprudência convive com preocupações prosaicas: quando o dinheiro ficará disponível, como acionar o FGC, de que maneira identificar o saldo elegível à garantia. Guias publicados por especialistas em investimento reiteram que, uma vez deflagrada a liquidação, a prioridade é acompanhar as comunicações oficiais do Fundo Garantidor, que abrirá, em momento oportuno, canais digitais para verificação de valores e instruções de resgate, normalmente vinculados ao CPF do investidor e às instituições pagadoras conveniadas. Embora o histórico de atuações do FGC indique elevado grau de efetividade na restituição de valores garantidos, o processo não é instantâneo e exige um intervalo técnico até a consolidação da base de dados fornecida pelo liquidante.
A liquidação do Banco Pleno, portanto, opera em múltiplos planos. No plano sistêmico, é um exercício de contenção de danos e de reafirmação da vigilância prudencial, com um recado claro ao mercado sobre os limites da tolerância regulatória a desajustes de liquidez e infracções normativas. No plano institucional, representa o encerramento de um ciclo conturbado, em que uma instituição de pequeno porte, nascida de reestruturações sucessivas e mudanças de controle, não logrou recompor a confiança necessária para sobreviver em um ambiente de juros elevados e competição intensa por funding. No plano individual, é um lembrete concreto, para milhares de investidores de varejo, da importância de diversificar relações bancárias e observar, com atenção redobrada, os sinais de mercado que antecedem movimentos de ruptura.
Em última instância, o episódio devolve à agenda pública um tema que, não raro, se oculta sob a superfície de números e jargões técnicos: a delicada equação entre liberdade empresarial, disciplina de mercado e intervenção estatal em um setor em que a matéria‑prima mais valiosa não é apenas o capital, mas a confiança.
Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
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Rodízio de carros permanece suspenso em São Paulo nesta quarta-feira (18) e retorna na quinta (19)
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Mulher de 60 anos morre após ser arrastada por enxurrada e ficar presa sob carro no Mandaqui, Zona Norte de SP
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Alice Ferreira Conceição foi socorrida com parada cardiorrespiratória, mas não resistiu após alagamento na Rua Larival Gea Sanches
Uma mulher de 60 anos morreu na tarde de segunda-feira (16) após ser arrastada pela enxurrada durante forte chuva no bairro do Mandaqui, na Zona Norte de São Paulo.
A vítima, identificada como Alice Ferreira Conceição, caminhava pela Rua Larival Gea Sanches quando foi levada pela correnteza e ficou presa sob um carro estacionado durante o alagamento.
De acordo com informações apuradas no local, após o nível da água baixar, Alice foi encontrada desacordada debaixo do veículo.
Atendimento e morte
Ela foi socorrida em parada cardiorrespiratória e encaminhada ao Hospital do Mandaqui. Apesar do atendimento médico, não resistiu.
Alice era costureira e, segundo relatos de familiares, havia saído de casa a pé para visitar a irmã quando foi surpreendida pela enxurrada.
Região registra alagamentos frequentes
Moradores afirmam que a área costuma registrar enchentes em dias de chuva intensa.
Com a morte de Alice, sobe para 15 o número de pessoas que perderam a vida no estado de São Paulo neste ano em decorrência das chuvas, segundo balanço divulgado pelas autoridades estaduais.
A Defesa Civil orienta que, em casos de chuva forte, pedestres evitem atravessar vias alagadas e procurem abrigo em locais seguros.
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Brasil tem 500 mil vagas abertas em bares e restaurantes


O setor de bares e restaurantes no Brasil atravessa um momento paradoxal de exuberância econômica e escassez crônica de mão de obra qualificada. Com aproximadamente quinhentas mil vagas abertas em todo o território nacional, o segmento enfrenta dificuldades crescentes para preencher postos essenciais, o que pressiona salários, eleva custos operacionais e força empreendedores a adotarem estratégias inovadoras de retenção e capacitação. Essa realidade, confirmada por lideranças do ramo como Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, reflete não apenas uma recuperação vigorosa pós-pandemia, mas também os limites estruturais do mercado de trabalho em um país marcado por desigualdades educacionais e migrações regionais.
De acordo com dados recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o salário médio no setor de alimentação fora do lar atingiu R$ 2.328 no último trimestre de 2025, registrando elevação de 5,7% em relação ao período anterior. Essa alta salarial, a mais expressiva entre os segmentos analisados, decorre diretamente da pressão por atrair profissionais para funções como garçom, cozinheiro, sushiman e gestor de operações, áreas em que 88% das empresas relatam entraves severos para recrutamento. Solmucci enfatiza que o problema transcende o atendimento básico e se agrava em posições de maior qualificação, onde a demanda por habilidades técnicas e experiência se choca com a oferta limitada de candidatos preparados.
O fenômeno ganha contornos ainda mais nítidos ao considerar o contexto macroeconômico. O setor, que emprega cerca de 5,74 milhões de pessoas, o maior contingente da série histórica iniciada em 2016, representa um motor crucial da geração de renda em um país onde o desemprego estrutural persiste como sombra. Em 2024, os bares e restaurantes criaram 230 mil novas vagas, com crescimento de 4,2%, superando amplamente a média nacional de 0,8%. Para 2026, projeções da Associação Nacional de Restaurantes indicam saldo positivo em 22 estados, com perspectivas de expansão mesmo em cenários de inflação e endividamento empresarial. No entanto, a taxa de efetivação de contratações temporárias, como as estimadas em 27,9 mil vagas para o Carnaval deste ano, mal chega a 11%, inferior aos 16% de 2025, sinalizando rotatividade elevada e instabilidade.
Essa discrepância entre oferta de empregos e procura de trabalhadores obedece a múltiplos fatores. A informalidade histórica do ramo, aliada à baixa atratividade percebida por gerações mais jovens – que veem no setor longas jornadas e remunerações iniciais modestas –, contribui para o descompasso. Regiões como a Metropolitana de Campinas, com 12 mil vagas abertas em 2025 (20% a mais que no ano anterior), exemplificam o drama local: empreendedores relatam filas vazias em processos seletivos e recorrem a anúncios em redes sociais para captar talentos dispersos. Em São Paulo e Rio de Janeiro, polos de alta densidade de estabelecimentos, o saldo de contratações em junho de 2025 superou 2.800 postos, mas com retrações em estados como Santa Catarina.
Empresários respondem à crise com medidas pragmáticas. A elevação de pisos salariais iniciais, observada nos últimos cinco trimestres, torna o setor um dos que mais ajustam remunerações para competir com indústrias como varejo e logística. Iniciativas de capacitação, como cursos rápidos oferecidos pela Abrasel em parceria com instituições técnicas, visam suprir a lacuna de qualificação, focando em higiene, técnicas culinárias e atendimento ao cliente. Há, ainda, a adoção de modelos híbridos de trabalho, incluindo contratos intermitentes e parcerias com plataformas digitais de delivery, que absorvem parte da demanda sazonal sem comprometer a estrutura fixa. No entanto, Solmucci alerta para os riscos de um ambiente de pleno emprego: sem mão de obra sobrando, o setor opera no limite, vulnerável a ausências e à concorrência por profissionais versáteis.
O debate regulatório adiciona camadas de complexidade. A recente discussão sobre o fim da escala 6×1, comum no ramo, ameaça elevar custos operacionais em até 20%, segundo estimativas da Abrasel, o que poderia repercutir em reajustes de cardápios e retração de investimentos. Empresários defendem a desoneração da folha de pagamento e o fortalecimento do trabalho intermitente como antídotos para sustentar o crescimento sem sacrificar a rentabilidade. Enquanto isso, o Ministério do Trabalho registra aberturas mensais expressivas, como os 4.545 postos criados em junho de 2025 nos restaurantes, concentrados em 22 unidades federativas.
Do ponto de vista social, as quinhentas mil vagas representam uma oportunidade ímpar para inclusão produtiva, especialmente em periferias urbanas e regiões Norte e Nordeste, onde o setor impulsiona economias locais. Mulheres e jovens, que compõem boa parte da força de trabalho, beneficiam-se de ascensões rápidas em ambientes meritocráticos, embora persistam desafios como assédio e condições precárias em estabelecimentos menores. Políticas públicas de qualificação profissional, ampliadas pelo Pronatec e programas estaduais, poderiam mitigar o gargalo, alinhando formação ao perfil demandado pelo mercado.
Em um horizonte de curto prazo, o otimismo prevalece. O setor demonstra resiliência, com saldos positivos mesmo em trimestres desafiadores, como o de maio de 2025, quando 1.645 vagas foram geradas – 661% a mais que em 2024. Para 2026, expectativas de crescimento sustentado dependem de equilíbrio entre expansão e estabilidade laboral. No entanto, sem reformas que incentivem a permanência e a capacitação, o paradoxo das vagas ociosas pode se perpetuar, freando o potencial de um ramo que não só alimenta o corpo da nação, mas também sustenta sua vitalidade econômica em tempos de incerteza.
Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
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Foliões relatam banheiros químicos lotados e mau cheiro durante megabloco no Ibirapuera, na Zona Sul de SP
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Bloco do Bob estreia no Carnaval de SP com reggae no Ibirapuera e tributo a Bob Marley
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Novidade da banda Marley Night desfila em 21 de fevereiro, na zona sul da capital, com participação de Dada Yute e Maxado
O Carnaval de São Paulo ganha um novo bloco em 2026. No próximo dia 21 de fevereiro, a região do Ibirapuera, na zona sul da capital, recebe a estreia do Bloco do Bob, idealizado pela banda Marley Night, em homenagem ao legado musical de Bob Marley.
A concentração será na Avenida Pedro Álvares Cabral, na altura do Obelisco, a partir das 12h. O desfile está previsto para ocorrer das 13h às 15h, com trajeto até o Monumento às Bandeiras, onde acontece a dispersão.
A proposta do bloco é unir a energia do Carnaval paulistano às mensagens de paz, resistência e positividade que marcaram a trajetória do ícone jamaicano. No repertório, versões carnavalescas de clássicos como Three Little Birds, One Love e Could You Be Loved prometem embalar os foliões.
Participações especiais e estreia no pós-Carnaval
Para a estreia, o bloco contará com participações especiais de Dada Yute, nome consolidado do reggae nacional, e Maxado, ex-integrante das bandas Firebug e Peixoto & Maxado.
Criado pela banda Marley Night formada em 2018 e reconhecida como uma das principais homenagens a Bob Marley no Brasil o projeto nasce após anos de apresentações dedicadas à obra do cantor. O grupo já dividiu palco com Junior Marvin, guitarrista do The Wailers, além de ter participado de shows ao lado de Gilberto Gil e de festivais nacionais.
O desfile do Bloco do Bob acontece antes do tradicional cortejo do Navio Pirata, da banda BaianaSystem, no circuito do Ibirapuera.
Serviço
Bloco do Bob / Marley Night
Local: Avenida Pedro Álvares Cabral (entre o Obelisco e o Monumento às Bandeiras) Ibirapuera, zona sul
Data: 21 de fevereiro (sábado pós-Carnaval)
Concentração: 12h
Desfile: 13h às 15h
Dispersão: 15h
A organização é do Coletivo Pipoca, grupo responsável por grandes projetos de Carnaval em diversas capitais brasileiras.
Mais do que um desfile, o Bloco do Bob surge como um convite para celebrar diversidade, música e boas vibrações em plena rua com o reggae como trilha sonora da folia paulistana.
HostingPRESS Agência de Notícias de São Paulo
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Estrangeiro é preso na zona oeste de SP após filmar menor com celular; equipamentos foram apreendidos
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Homem de 38 anos foi detido na Barra Funda por suspeita de importunação sexual; Polícia Federal foi comunicada
Um homem russo, de 38 anos, foi preso em flagrante na noite de sábado (14) suspeito de importunação sexual na Barra Funda, zona oeste da capital paulista. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), ele teria filmado uma adolescente com o celular em um estabelecimento na Rua dos Americanos.
De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 19h04, após funcionários do local acionarem a corporação ao perceberem que o suspeito gravava crianças com o aparelho. Ao notar a movimentação, o homem fugiu e deixou o celular para trás.
Testemunhas informaram que ele entrou em um hotel nas proximidades. Policiais foram até o endereço e realizaram a prisão.
Equipamentos apreendidos
Além do celular utilizado na gravação, foram apreendidos:
- Uma câmera fotográfica
- Um computador
O material passará por perícia para análise do conteúdo.
O caso foi registrado no 91º Distrito Policial (Ceasa), também na zona oeste da capital, como importunação sexual e apreensão de objeto.
Por se tratar de um estrangeiro, a Polícia Federal foi comunicada sobre a prisão. Até o momento, não há informações sobre eventual pedido de expulsão ou outras medidas administrativas.
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